Aula nº 4: Em nome do Marketing (3act)
O que é o marketing? O marketing é tudo aquilo que fazemos para passar a nossa mensagem. Genericamente, tem esta definição, apesar de existirem interpretações abrangentes.
Citação/link:
«Às tradicionais fontes de receitas da imprensa – vendas e publicidade – juntou-se, mais recentemente, um outro meio de potenciar a exploração comercial dos jornais: o marketing».
A importância do marketing é tão evidente que ele está presente todos os dias. A revista brasileira “Isto é”, de 02 de Novembro 2005, publica um artigo extremamente curioso a este respeito. «A legião de americanos que vai aos consultórios, como zumbis em busca de remédios que desconhecem totalmente, está cada vez maior». “Isto é”… efeito do marketing!
Mais. Um site brasileiro propôs-se tipificar a quantidade de objectos que emergiram nos últimos 50 anos. Na maior parte deles, o marketing contribuiu para a consolidação de um costume, numa clara afirmação desta disciplina.
Por estes dias, a designada "grande empresa" está a apostar na renovação da sua imagem. No período pós-férias de Verão, surgiram quatro exemplos concretos em quatro ramos distintos. Três deles verificaram-se no mercado interno.
1) Para manter-se em "maré alta", uma operadora de telemóveis investiu no azul, de molde (a continuar) a ficar... mais perto do que é importante!
2) Uma grande superfície trocou o azul pelo vermelho. (Para conservar o estatuto).
3) E uma conceituada marca de vinhos, numa operação de cosmética, "meteu" o marketing num bolso.
4) A nível internacional, também já começou a corrida...
Mas há mais. Há seguramente outros exemplos de empresas que "restauraram" a sua imagem! Empresas de todos os sectores da sociedade que não querem ficar... à margem!Existem alguns casos em que, à luz da cartilha do marketing, trabalham rápida e energicamente. Outras têm sede de mostrar o quanto valem, de forma a estarem (sempre) actualizadas no mercado.
Para outras ainda, é fundamental manter uma ligação permanente com o público para que a relação seja constantemente alimentada, na certeza de que não existem símbolos intocáveis. Ao fim e ao cabo, são estratégias que se definem - independentemente da sua idade.
Seja como for, cuidar da imagem de uma empresa é dar-lhe saúde e vitalidade negocial, ainda que muitos continuem a pensar que este argumento, muitas vezes, é música para os ouvidos.
Citação/link:
«Às tradicionais fontes de receitas da imprensa – vendas e publicidade – juntou-se, mais recentemente, um outro meio de potenciar a exploração comercial dos jornais: o marketing».
A importância do marketing é tão evidente que ele está presente todos os dias. A revista brasileira “Isto é”, de 02 de Novembro 2005, publica um artigo extremamente curioso a este respeito. «A legião de americanos que vai aos consultórios, como zumbis em busca de remédios que desconhecem totalmente, está cada vez maior». “Isto é”… efeito do marketing!
Mais. Um site brasileiro propôs-se tipificar a quantidade de objectos que emergiram nos últimos 50 anos. Na maior parte deles, o marketing contribuiu para a consolidação de um costume, numa clara afirmação desta disciplina.
Por estes dias, a designada "grande empresa" está a apostar na renovação da sua imagem. No período pós-férias de Verão, surgiram quatro exemplos concretos em quatro ramos distintos. Três deles verificaram-se no mercado interno.
1) Para manter-se em "maré alta", uma operadora de telemóveis investiu no azul, de molde (a continuar) a ficar... mais perto do que é importante!
2) Uma grande superfície trocou o azul pelo vermelho. (Para conservar o estatuto).
3) E uma conceituada marca de vinhos, numa operação de cosmética, "meteu" o marketing num bolso.
4) A nível internacional, também já começou a corrida...
Mas há mais. Há seguramente outros exemplos de empresas que "restauraram" a sua imagem! Empresas de todos os sectores da sociedade que não querem ficar... à margem!Existem alguns casos em que, à luz da cartilha do marketing, trabalham rápida e energicamente. Outras têm sede de mostrar o quanto valem, de forma a estarem (sempre) actualizadas no mercado.
Para outras ainda, é fundamental manter uma ligação permanente com o público para que a relação seja constantemente alimentada, na certeza de que não existem símbolos intocáveis. Ao fim e ao cabo, são estratégias que se definem - independentemente da sua idade.
Seja como for, cuidar da imagem de uma empresa é dar-lhe saúde e vitalidade negocial, ainda que muitos continuem a pensar que este argumento, muitas vezes, é música para os ouvidos.
A verdade é que, com mais ou menos dinheiro, qualquer empresa (ou instituição) tem necessidade de fazer, sazonalmente, um "peeling" e de se tornar numa permanente caixa de surpresas. Para que o público não perca a simpatia por um determinado produto...
Citação adicional:
«Objectivos de marketing são os seguintes: lançar um produto; aumentar a quota de mercado; manter a quota de mercado; aumentar a frequência de compra nos actuais consumidores; conquistar os consumidores das marcas concorrentes.
Consideram-se objectivos publicitários informar que uma marca ou um produto existe; estimular as pessoas a experimentar o produto; ensinar as pessoas a utilizar um produto; mostrar as múltiplas funções do produto; modificar as atitudes actuais em relação à marca ou produto; reforçar atitudes em relação à marca ou produto; encorajar a lealdade à marca; lembrar às pessoas que a marca existe; construir uma imagem para a marca».
(CARDOSO, Paulo Ribeiro, "Estratégia Criativa Publicitária – Fundamentos e Métodos", Edições Fernando Pessoa, Páginas 81 e 82)
Vivemos, enfim, no meio do marketing e da publicidade. E a publicidade é utilizada como um meio para atingir os seus próprios fins - ainda que careça de credibilidade aos olhos da sociedade. Neste pressuposto, o ideal seria haver alguém que dissesse à boca cheia que determinado produto é melhor do que o outro. Mas, porque a função desse “alguém” tornar-se-ia cíclica e repetitiva, tenderia a perder, igualmente, credibilidade. Seria sempre o mesmo a dizer bem do… mesmo produto.
O ideal (mesmo) seria passar a mensagem de forma natural. E que os outros a interpretassem – e contassem ao vizinho do quarteirão de que aquele produto é que é (mesmo) bom. Soaria a isenção! Por ser insuspeito. Por não ter aprioristicamente qualquer interesse comercial. E a partir daqui criava-se o efeito “bola de neve”. A partir de um qualquer bairro. A estes, respondem por intermediários ou… parceiros publicitários do melhor quilate!
A publicidade e as relações públicas constituem, pois, dois ramos do marketing. São os “tentáculos” de uma “rede” que teimosamente marca presença no quotidiano de cada um.
Saímos à rua e somos bombardeados com mensagens publicitárias. Em outdoor’s. Casas de banho. Multibanco. Traseiras do autocarro. Na rádio e na imprensa. Em todo o lado. Estamos em frente a um computador e lá vem publicidade a rodos, camuflada de “pop-up’s” mas com o mesmo objectivo: persuadir a agir. E a sua taxa de sucesso é proporcional ao grau de imprevisibilidade com que se nos depara.
Seja como for, não há dúvida de que nós segmentamos e posicionamos os produtos. E o posicionamento varia conforme a leitura que é feita pelas empresas em relação ao mercado ou ao espaço mediático em que se inserem. Por outro lado, empresa que aposta num produto fora do comum é empresa bem sucedida. Geralmente é assim.
Citação adicional:
«Objectivos de marketing são os seguintes: lançar um produto; aumentar a quota de mercado; manter a quota de mercado; aumentar a frequência de compra nos actuais consumidores; conquistar os consumidores das marcas concorrentes.
Consideram-se objectivos publicitários informar que uma marca ou um produto existe; estimular as pessoas a experimentar o produto; ensinar as pessoas a utilizar um produto; mostrar as múltiplas funções do produto; modificar as atitudes actuais em relação à marca ou produto; reforçar atitudes em relação à marca ou produto; encorajar a lealdade à marca; lembrar às pessoas que a marca existe; construir uma imagem para a marca».
(CARDOSO, Paulo Ribeiro, "Estratégia Criativa Publicitária – Fundamentos e Métodos", Edições Fernando Pessoa, Páginas 81 e 82)
Vivemos, enfim, no meio do marketing e da publicidade. E a publicidade é utilizada como um meio para atingir os seus próprios fins - ainda que careça de credibilidade aos olhos da sociedade. Neste pressuposto, o ideal seria haver alguém que dissesse à boca cheia que determinado produto é melhor do que o outro. Mas, porque a função desse “alguém” tornar-se-ia cíclica e repetitiva, tenderia a perder, igualmente, credibilidade. Seria sempre o mesmo a dizer bem do… mesmo produto.
O ideal (mesmo) seria passar a mensagem de forma natural. E que os outros a interpretassem – e contassem ao vizinho do quarteirão de que aquele produto é que é (mesmo) bom. Soaria a isenção! Por ser insuspeito. Por não ter aprioristicamente qualquer interesse comercial. E a partir daqui criava-se o efeito “bola de neve”. A partir de um qualquer bairro. A estes, respondem por intermediários ou… parceiros publicitários do melhor quilate!
A publicidade e as relações públicas constituem, pois, dois ramos do marketing. São os “tentáculos” de uma “rede” que teimosamente marca presença no quotidiano de cada um.
Saímos à rua e somos bombardeados com mensagens publicitárias. Em outdoor’s. Casas de banho. Multibanco. Traseiras do autocarro. Na rádio e na imprensa. Em todo o lado. Estamos em frente a um computador e lá vem publicidade a rodos, camuflada de “pop-up’s” mas com o mesmo objectivo: persuadir a agir. E a sua taxa de sucesso é proporcional ao grau de imprevisibilidade com que se nos depara.
Seja como for, não há dúvida de que nós segmentamos e posicionamos os produtos. E o posicionamento varia conforme a leitura que é feita pelas empresas em relação ao mercado ou ao espaço mediático em que se inserem. Por outro lado, empresa que aposta num produto fora do comum é empresa bem sucedida. Geralmente é assim.


4 Comments:
Looks nice! Awesome content. Good job guys.
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Nice idea with this site its better than most of the rubbish I come across.
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Excelente, Vitor!
Parab�ns pela id�ia de criar um blog de muita utilidade para todos os que trabalham com a comunica�o, e principalmente para os estudantes desta �rea.
Tenho 50anos, sou jornalista aposentada e professora (ainda na ativa) da Rede Estadual de S�o Paulo. Estou recomendando este blog para todos os meus amigos.
Voc� tem qualidades incr�veis e um grande futuro na comunica�o.
Apaixonada por Portugal, acompanho pelo site da RTP toda a programa�o de r�dio e televis�o, e alguns blogs...assim encontrei o seu. Continuarei visitando-o sempre que puder. Um grande abra�o,
Regina Maria
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